sábado, 14 de janeiro de 2012


PORQUE O GOVERNADOR GERALDO TEM ÓDIO DO POVO EXCLUÍDO?


http://luzlivre.wordpress.com/

O que ocorre hoje na Luz nada mais é do que uma visão de que o Pobre é um criminoso. Mostra isto em todas as áreas de atuação do poder Publico. No centro da Cidade ali perto no Brás um albergue foi fechado para se implantar uma maquina de tortura. A recepção da FEBEM a casinha do ALCKMIN e uma casa dos Horrores. Tudo é feito em Função do Medo, Só Importa uma pretensa segurança. Jovens e Adolescentes são impedidos de se comunicar e permanecem calados, agachados de cabeça baixa todo o tempo. Sendo vigiados constantemente. E punidos Fisicamente se saírem desta postura. Sem contar com as Chassinas dos filhos das Mães de Maio e de todos os meses.

A Implosão da Edificação do Moinho reflete o que é a gestão do Ditador Kassab.
Tudo feito as pressas sem consultar ninguém não pensando nas possibilidades de alternativa, a volúpia em higienizar e servir aos interesses do Mercado imobiliário, levantam suspeitas sobre as causas do incêndio.
A execução da implosão malograda revela o caráter deste político  melomaníaco. Mesmo diante do edifício erguido após o procedimento diz que tudo esta certo. Mas hoje já se coloca duvidas sobre o que ocoirreu com a revelação do engenheiro sobre o  que aconteceu.
Sua Atuação Fascista não tem limite já esta oferecendo leitos para a internação da população da “cracolandia”, desviando dinheiro do SUS e corroborando para uma política de segregação cada vez maior com os direitos sendo desrespeitados e movimento para que a reforma psiquiátrica tenha fim.
A internação compulsória esta no centro da higienização que esta em marcha nesta cidade, neste estado e no  país.
Por outro lado vemos o Governo Federal revelar sua verdadeira face flertando com o Partido deste canalha e apontando com recurso para as clinicas de segregação que multiplicam no Brasil.
Esta na hora de o povo ser prioridade e primeiro beneficiário dos recursos públicos. Investimento em Saúde pelo modelo do SUS. Educação Libertaria ( esqueceram-se de Paulo Freire)  e não baseada em avaliações que visam apenas atender a sociedade capitalista e a concorrência com liberdade só para quem tem recursos. Onde esta o Socialismo? Para que ter um governo de esquerda?
O Brasil e o Mundo Precisam de um Projeto Alternativo.

Paulo de Tarso
Saudações Libertárias


  O que ocorre hoje na LUZ é apenas mais um caso de criminalização da pobreza.


MAS O POVO UNIDO VAI TRAZER UM ARCO-ÍRIS PARA O CENTRO DE SÃO PAULO.

O caminho é Lutar Unido.

No ultimo dia 10 de dezembro o Fórum Centro Vivo completou 11 anos de atuação focados em lutas sociais. Desde sua fundação o FCV vem atuando com o objetivo de articular pessoas que lutam pelos direitos de permanecer no Centro da cidade de São Paulo e de transformá-lo num lugar mais democrático. Entre seus integrantes estão presentes estudantes, moradores do centro, pessoas que atuam em movimentos poulares e de luta por moradia além de simpatizantes em geral.
Durante esses onze anos, como fruto de debates dos membros do fórum e apresentando propostas para um verdadeiro processo de democratização do acesso aos direitos no Centro, o FCV produziu e lançou em 23 de outubro de 2004, na Praça da Sé, o "Manifesto por um Centro Vivo: o Centro da Reforma Urbana", organizou e participou de ações como o "Escracho no Morumbi", local de residência de Andrea Matarazzo, então subprefeito da Sé, em outubro de 2005 e do "Natal na Rampa", em dezembro do mesmo ano. Neste período, um dossiê foi elaborado - finalizado e publicado em 2006, no ápice da atuação repressiva e violenta da Guarda Civil Metropolitana e da Polícia Militar no centro de São Paulo em forma de ações como as observadas no despejo da ocupação Plínio Ramos, na Operação Limpa no bairro da Luz e no Glicério, além das observadas em espaços públicos, como baixos de viadutos (construção de rampas e muros), praças, parques (gradeamento, cercamento e instalação de câmeras) e calçadas que afetaram diretamente o cotidiano e a sobrevivência dos grupos mais vulneráveis como de catadores e catadoras de materiais recicláveis, da população de rua, de crianças e adolescentes em risco, de moradores e moradoras de cortiços e habitações precárias, de trabalhadores e trabalhadoras ambulantes, além de profissionais do sexo, gays, lésbicas, entre outros e outras.
A importância desse movimento está no fortalecimento político de cada integrante que acaba se tornando agente multiplicador ao trazer outros integrantes de outros movimentos na disseminação do conhecimento e do reconhecimento dos direitos humanos garatidos pelo Estado a todo cidadão. As reuniões do Fórum Centro Vivo não estão mais ocorrendo. Qualquer pessoa pode participar nas reuniões e também se inscrever na lista de discussão do fórum mandando um e-mail para:                                            centrovivo-subscribe@yahoogrupos.com.br

Visite a Pagina do Fórum Centro Vivo

“A proposta do Fórum Centro Vivo – fundado no dia 10 de dezembro de 2000 – surgiu no encontro “Movimentos populares e Universidade”, organizado por estudantes da Universidade de São Paulo (USP), pela Central dos Movimentos Populares (CMP) e pela União dos Movimentos de Moradia (UMM), em maio de 2000.
Desde então, temos nos reunido com o objetivo de articular todas as pessoas que lutam pelo direito de permanecer no Centro e transformá-lo num lugar melhor e mais democrático, contrapondo-se, assim, ao processo de renovação urbana e exclusão que vem ocorrendo em São Paulo. Durante as atividades para sua formação, o Fórum passou a congregar movimentos populares, universidades, pastorais e entidades diversas (de defesa dos direitos humanos, educação, cultura, habitação, etc) na busca da construção de um espaço político comum, que fortaleça as lutas sociais e crie uma nova perspectiva de ação. O Fórum Centro Vivo reúne aqueles que defendem os seguintes princípios que foram discutidos democraticamente entre todos os participantes:


primeiro
1 – Lutar por Justiça Social e pela Reforma Urbana, contra toda forma de segregação por classe social, raça, etnia, gênero, orientação sexual e faixa etária.

segundo
2 – Defender a função social da propriedade, contra a especulação imobiliária e a retenção de imóveis vazios, sejam estes públicos ou privados.

terceiro
3 – Por uma política de habitação popular para a área central com ampla participação, desde sua formulação até a execução e gestão.
quarto

4 – Apoiar as formas de produção e distribuição por cooperativas e empresas auto-geridas, baseadas nos princípios da construção de uma economia solidária.

quinto
5 – Pelo uso democrático do espaço público, e por isso, contra o controle privatizado das ruas, calçadas e praças.
sexto

6 – Garantir a acessibilidade ampla ao Centro, privilegiando o transporte coletivo e seu planejamento, a manutenção dos calçadões de pedestres e a redução de barreiras físicas para idosos, crianças e portadores de deficiência. Contra a ampliação da circulação de automóveis particulares.
sétimo
7 – Defender a preservação da história e da memória como patrimônio vivo, transformado no uso e apropriação cotidianos e, assim, contra a sua monumentalização e museificação.
oitavo

8 – Por uma política cultural que inclua o acesso democrático à produção, circulação e fruição dos bens culturais, assim como o direito à informação, como instrumentos essenciais à construção da cidadania e de uma cidade justa e solidária.

nono
9 – Contra o tratamento repressivo da população na área central (principalmente do povo de rua, prostitutas, gays e travestis, crianças e adolescentes, encortiçados, movimentos populares e ambulantes).
décimo

10 – Questionar a legitimidade de Operações Urbanas e outras ações do poder público, que tenham por fundamento um processo de valorização imobiliária, mesmo que sob a justificativa de gerarem contrapartidas sociais.

décimo primeiro
11 – Garantir a Participação Popular na Subprefeitura Centro, nos Conselhos de Representantes e no Orçamento Participativo, na definição das Políticas Urbanas e no acompanhamento dos investimentos e serviços públicos na região.

décimo segundo
12 – Apoiar os movimentos populares e outras formas de luta pelos direitos sociais no Centro (como, por exemplo, o direito à moradia reivindicado nas ocupações de imóveis públicos vazios realizadas pelos movimentos).”

O Fórum Centro Vivo nunca foi hierarquizado, nunca 

se organizou juridicamente. Não depende de verba

publica ou privada. É mutirão para construir uma

cidade justa. OCUPE ESTE ESPAÇO DE LUTA

DOWNLOAD do DOSSIÊ:

ESTA SEMANA CULMINOU NO CHURRASCO NA LUZ NADA MAIS FOI O QUE O FCV SEMPRE FEZ "ELE FOI REFUNDADO". DEEM O NOME QUE QUISER. SE APROPRIEM OU NÃO DESTA HISTORIA!

DIA 3 OPERAÇÃO SUFOCO INICIADA

TODOS DISCUTINDO INDIGNADOS A OPERAÇÃO E-MAIL É MANDADO A TODOS DIA 8.


Amanhã dia 9 de janeiro - as 19h30 - Sindicato dos Correiros - Rua Canuto do Val, - Santa Cecilia
haverá uma reunião para discutir a construção de um ato em relação a cracolândia
abs a tod@s
JK







































Dia 9 convocada as pressas um encontro de pessoas indignadas com a atuação do poder publico na região da Luz se reuniram para tomar uma atitude coletiva de repudio aos atos de desrespeito aos Direitos Humanos, Direitos Civis e contra a População Excluída da cidade de São Paulo.
A reunião se deu no Sindicato dos Correios com a presença de cerca de cinquenta pessoas. Representantes de vários Fóruns, Frentes, Organizações e Coletivos além de Moradores do Centro, Trabalhadores Educadores e Agentes de Saúde da região, Vitimas da truculência policial e Militantes em varias áreas de atuação.
Ficou determinada a organização de um ato no dia da (cidade 25 de janeiro).
Um Churrasco com Pagode para Sabado dia 14 na area ocupada pela policia na Luz.
Um  debate para discutir a higienização do centro da Cidade.

FICOU ACERTADA A IDA A DEFENSORIA PUBLICA DO ESTADO


..









A SOCIEDADE CIVIL DA APOIO A DEFENSORIA MAS COBRA AÇÃO MAIS EFETIVA!
DEFENSORIA AVALIA COMO DESASTRADA A AÇÃO NA CRACOLÂNDIA E NÃO SE INTIMIDA COM O GOVERNO E A POLICIA. REAFIRMENDO SEU DEVER DE DEFENDER OS DIREITOS HUMANOS.


Alguns representantes deste movimento estiveram pela manha de sexta feira na Defensoria Publica de São Paulo para manifestar sua indignação perante a intervenção na Luz.
Em primeiro lugar apoiaram as medidas tomadas pela defensoria mas cobraram uma ação mais forte para coibir o absurdo desta ação.
Os manifestantes colocaram seu descontentamento em relação ao desrespeito a População de Rua que não é apenas usuária de CRAK mas tem sua especificidade e basicamente sofre uma exclusão por faltas de políticas publicas inclusivas.
Destacou-se a ineficácia de internações compulsórias e a falta de uma política de saúde adequada ao problema.
Aspectos Jurídicos e constitucionais foram levantados.
Houve uma preocupação com o que esta sendo feito com as crianças e adolescentes no local
Por sua vez a Defensoria agradeceu a manifestação do movimento e a colaboração nesta ação conjunta de indignação.

Foi um consenso de que  a ação do estado foi um desastre completo
Paulo de tarso


DIA 12 QUINTA FEIRA NOVA REUNIÃO PREPARATÓRIA
Fotos:


https://picasaweb.google.com/110937075820370778870/REUNIAOPREPARATORIASANTACECILIA?authkey=Gv1sRgCK27ve7AtMXdSQ

CHURRASCO DIA 14 - FOTOS:


https://picasaweb.google.com/110937075820370778870/Churrasco?authkey=Gv1sRgCODI1YGZ1NS9iAE


AGORA TEMOS QUE NOS ORGANIZAR AINDA MAIS


REUNIÃO PARA PREPARAR O ATO DO DIA 25
19:30 Largo de Santa Cecilia, 200 - Metro Santa Cecilia


Resposta:


O GOVERNADOR ODEIA OS EXCLUÍDOS PORQUE ELES LUTAM ORGANIZADOS








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